Eu procuro um amor como aquele que encontrei em mim

Eu procuro um amor isso me escreve como eu fiz por todos aqueles que entraram em meu coração antes. Um amor que traça a arte gravada na minha pele, escolhida e auto-desenhada; um amor que me pergunta as histórias por trás de cada linha de tinta que preenche a tela que obtém.

Busco um amor que sempre está ali depois de um longo dia, que nunca chega cedo ou tarde demais. Um amor que não precisa ser perdido para se sentir valorizado. Um amor que dá uma sensação de segurança em um mundo tão louco.

Busco um amor que seja mútuo, vazio de promessas vazias e falsas esperanças. Um amor que rega os dois lados, planta as sementes firmemente no solo entre uma base sólida construída à mão. Um amor que floresce a cada primavera, não importa a geada e a amargura que cada inverno traz. Um amor que não requer sol constante para permanecer intacto; um amor forte o suficiente para resistir a todas as tempestades que possam cair sobre ele. Um amor que cresce, se transforma e floresce mútua e exclusivamente; um amor que se torna mais profundo com cada nova folha que cresce sobre a beleza existente que ela já retém.

Busco um amor que seja sinônimo de lealdade. Um amor que nunca se desvia, nunca se pergunta de quem é a grama mais verde do que todas as outras que podem ser vistas. Um amor que não se preocupa com as oportunidades perdidas; um amor que cria oportunidades juntos. Um amor que inspira. Um amor comparável a uma musa. Um amor tão colorido quanto minha obra de arte favorita, uma impressionante obra-prima paralela criada pelo próprio universo.

Busco um amor tão puro quanto meu coração, um lugar de aceitação, integridade e força. Um amor que não teme, não machuca, não duvida.

Busco um amor tão resistente quanto minhas mágoas me ajudaram a ser. Um amor que não tem lições a repetir; um amor sem carma ruim ou más intenções. Um amor que cumpre sua palavra; aquele que planeja o futuro e permanece para vivê-lo.

Busco um amor que imite a arte. Os filmes que assisti tão insensivelmente, os livros que li com tanto cinismo, as músicas que ouvi com a mente fechada.

Busco um amor como o que encontrei em mim. Um amor que traz alinhamento, reconhecimento, memórias de todas as vidas que nossas almas viveram juntas antes. Eu procuro a lembrança instantânea, o déjà vu, as estranhas coincidências que nós dois sabemos que não são acidentais.

Eu procuro esse amor, mas sei que não preciso.

O universo está guiando nossos caminhos juntos a cada dia que acordamos.

Não sei muito sobre o amor, mas sei de uma coisa com certeza:

Eu te vejo em breve.

@via

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *