Esta é a verdadeira beleza da vida

Às vezes, o simples ato de uma caneta de ponta fina no papel parece certo e, simplesmente colocando a bagunça no papel e liberando seus pensamentos sobre a vida, você pode ter um vislumbre momentâneo da paz.

E quando eu decido colocar minha caneta no papel, o que sai são pensamentos sobre o beleza da vida e a crença que molda essa beleza.

Todos nós somos especiais pelo simples ato de acreditar que merecemos o que merecemos. Esse ato de acreditar mudará o jogo.

Acredito que tenho o poder de impactar as pessoas, viver a vida em meus próprios termos, quebrar o molde que tantos viram para mim e ir atrás do que quero e sei que posso ter, apesar do que a sociedade quer dizer. E eu acredito que a vida é linda em meio à bagunça. E a beleza não está apenas na luz do sol e na simetria, são as famílias lutando, mas mantendo a paz em seu coração, porque você sabe que tudo se resolverá, é uma letra à medida que os pensamentos são rabiscados no papel do caderno e é um instrumento que antes parecia tão estranho familiar. É um ar fresco nas manhãs e a sensação de dentes recém-escovados ou um estômago perfeitamente cheio. É falta de ar, ansiedade, lágrimas e tristeza porque você amou alguém tanto que dói. É o sentimento de unidade e conexão quando você está caminhando pelo corredor com seus parentes mais próximos atrás do caixão de um membro da família morto, uma voz hiperventiladora estalando enquanto seu rosto embaçado e manchado de lágrimas lê para todos os presentes. É observar a forma e a mudança de sua família, assumindo novos papéis para ajustar e apoiar a perda e a cura que precisam ocorrer. É a capacidade de aceitar a mudança sabendo que é o que deve ser e nem sempre fará sentido no momento.

A beleza não está em um momento, está em tudo: a dor, a alegria, a tristeza, o prazer, o riso, a vergonha, a culpa, as lágrimas. Se você escolher acreditar que a vida é bela, você não pode simplesmente tirá-la do bem, você tem que tirá-la de tudo. É esse acúmulo que cria a beleza. O contraste. Criando camadas e profundidade que trazem à tona a crueza de tudo que raramente decidimos tocar.

Então, qual é a beleza da vida?

É sentir todos os sentimentos, não importa o quão dolorosos, mas apegando-se positividade, prazer e graça para eles, porque você sabe que não é apenas uma cor que cria uma obra-prima, mas o acúmulo de todas elas.

É viver uma vida onde você está no assento do motorista. Vai acontecer saber o que você decidir que vai acontecer. Que não há limites e, quando parece que há, é simplesmente uma questão de perspectiva.

Essa é a beleza da vida. E o mais importante, a beleza de pintar sua própria imagem, qualquer imagem que você quiser, e saber que seja o que for que acabe parecendo, é lindo por causa de cada um dos momentos que a criaram.

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