Ele é o hábito que o coração dela se recusa a abandonar

“As cadeias do hábito são muito leves para serem sentidas até que fiquem muito pesadas para serem quebradas.” – Warren Buffett

É a mesma história de “garota conhece garoto e se apaixona”. A ressalva nesta história é que o menino não se apaixona pela menina ainda, então começa o erro de esperar por ele. Nesse caso, três anos, dando tempo “suficiente” para provar seu amor, suas qualidades e toda a beleza que ela pode trazer para a vida dele, apenas para ainda acabar de mãos vazias.

O tempo cura todas as feridas. O tempo passa. Ela aprende sobre autoconfiança, faz sua escolha de carreira e se dedica ao sucesso, ela aprende o que é preciso para ser uma mulher respeitada, aprende lições de vida. Pessoas (meninos, neste caso particular) vêm e vão, cada um permitindo que ela saiba o que ela não precisa ou quer.

Então, um dia comum, seu “amor” aparece. Ela sabe que não será abalada. Afinal, ela sabe o que quer da vida e sabe como quer que essa pessoa especial seja … direito? Ela conseguiu até aqui sem ele.

Como pode ser que depois de repetidos ensaios em frente ao espelho do que ela diria a ele, tudo o que ela pode realmente fazer é ficar sem palavras e vulnerável como um cachorrinho perdido em busca de conforto? Ela sente seu coração parar de bater porque seu coração volta ao passado. Ele entra como um velho hábito e ela se apaixona por seu sorriso, humor, cheiro, seu olhar para ela e a segurança que ele a envolve com um simples abraço – essas qualidades que ela deseja encontrar em cada garoto que entra em sua vida.

Ele preenche esse vazio com um encontro.

Depois que ela tem tempo para organizar seus pensamentos, ela sabe que não pode deixá-lo voltar para seu coração num piscar de olhos. Ela é mais sábia agora. Sua mente vagueia para quem pode estar segurando seu coração agora. De repente, o pensamento passa por sua mente: E se ela apenas desse a ele mais uma oportunidade de segurar seu coração?

No entanto, um adeus é melhor para ela, ou pelo menos é o que seus bons amigos a aconselham a fazer.

Ela pede a orientação de Deus porque, de alguma forma, sente que está desistindo do menino que antes pensava ser tudo de que precisava para se sentir completa.

Ele é o hábito que seu coração se recusa a abandonar.

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